PASSAM { TRÊS MESES E UM DIA , VERGONHOSO ,VERGONHOSO
o chefe mor do campo pequeno
Os Grunhos as Hienas e os Nazis
João Santos disse,
Já levo muitos anos disto. Admitamos. O futebol é um mundo cão. E os ciclos de poder alternam-se. Se dominámos os "meandros" durante uns 10, 15 anos, fomos comidos durante muito mais anos. Mas muito muito mais! O poder naturalmente instituido será sempre o do Benfica. A unica forma do Porto reverter isto (e o Sporting também), é uma postura de guerra, de união das tropas contra o inimigo comum. É um presidente incendiário (mas com mais classe do que o Bruninho Carvalho), é alguem colocar sob maxima pressao todos os arbitros e adversarios que aqui venham.
É pouco etico? É! Mas acreditem que é a unica forma de batalhar contra isto. Não ha outra forma, senao sermos MAUS rapazes. É tornar o clima tão irrespiravel que os arbitros tenham medo de ficar com a tibia quebrada, sempre que prejudicarem o Porto.
É fazê-los tremer! Infelizmente, só nos respeitarão pelo MEDO!
Como eu em tempos fiz, espero que os jovens portistas, deixem de ser tão acomodados e instalem um clima como no passado existia, sempre que nos atacavam desavergonhadamente. Jornalistas, alfacinhas, arbitros SAO O INIMIGO! Para cima deles. Esta seria a principal conquista para começar já a preparação da proxima epoca.
Soren disse...
O clube do ex-presidente presidiário e do presidente ex-presidiário soma e segue.
E porquê? Primeiro porque roubar está na sua génese e na sua forma de ganhar, não conhecem outra e eles próprios mentem a si mesmos para não encarar a realidade. Depois porque a comunicação social vive da cultura fascista que grassa no país. Tudo é manietado, a informação toda deturpada, tudo o que for transgressão desse clube vermelho é desculpado.
"Estamos do mesmo lado"? Só se estiver a direcção, eu não estou nem nunca estarei do lado de quem representa o atraso civilizacional do meu país.
O Benfica é o maior cancro de Portugal e forma a mentalidade mesquinha, fascista e corrupta de uma grande parte do povo.
Enquanto a comunicação social estiver em sintonia com este esgoto intelectual, o desporto não têm salvação. Quem quiser ganhar neste ambiente, terá que lutar sempre com armas desiguais e terá que sofrer sempre muito mais e ser mil vezes melhor que "eles", os protegidos da nação fascista com tiques de novo rico.
PORCO VERDE
as trafulhices dos lagartos continuam
Os registos de expulsões dos lagartos:
2014/15 - 13 expulsões ( 10 na Liga)
2013/14 - 4 expulsões ( 2 na Liga)
2012/13 - 9 expulsões ( 5 na Liga)
2011/12 - 8 expulsões ( 6 na Liga)
2010/11 - 5 expulsões ( 3 na Liga)
2009/10 - 9 expulsões ( 4 na Liga)
2008/09 - 10 expulsões ( 7 na Liga)
2007/09 - 4 expulsões ( 4 na Liga)
2006/07 - 4 expulsões ( 4 na Liga)
2005/06 - 3 expulsões ( 3 na Liga)
2004/05 - 13 expulsões ( 10 na Liga)
2003/04 - 5 expulsões ( 5 na Liga)
2002/03 - 7 expulsões ( 7 na Liga)
2001/02 - 10 expulsões ( 10 na Liga)
2000/01 - 4 expulsões ( 2 na Liga)
1999/00 - 3 expulsões ( 3 na Liga)
Estórias de embalar papalvos…
Está-lhes na massa do sangue! Dia (ou noite) em que não sejam tecidas considerações que fujam à humilde compreensão de qualquer cidadão-adepto do futebol mais avisado, não é seguramente um bom período de tempo. Muitas das pessoas que fazem por ignorar as atoardas e os disparates, fazem-no como é óbvio por opção própria e por entenderam que não vale a pena gastarem cera com tão ruins defuntos. E, numa perspectiva ainda mais recatada, porque não pretendem descer ao mesmo nível basista e rasteiro. São opções não criticáveis que resultam da decisão livre de cada consciência e também porque ao fazê-lo, iriam contribuir para o aumento do ruído que já é demasiado.
Isso não significa, de modo nenhum, que concordem minimamente com essas ideias desconchavadas e essa linguagem desbragada que só procura fomentar o conflito. Assim sendo, fica caminho livre para que as pessoas que recorrem a esses procedimentos possam dar largas à sua imaginação pouco fértil e repitam, de forma constante, os mesmos argumentos e a linguagem de taberna para gáudio de gente da mesma igualha que em vez de discutir o futebol, aprecia mais ocupar-se dos seus aspectos de pormenor, na convicção plena que os excessos de liberdade de linguagem que lhes são permitidos sê-lo-ão para todo o sempre. Não importa os protagonistas, o que é importante é denegri-los a propósito de tudo e de nada.
por:karlos






